segunda-feira, 13 de junho de 2016

O Vovô Legal

Era uma vez um vovô muito legal que tinha uma netinha e cinco netinhos. Ele adorava brincar com todas as crianças e deixava que elas fizessem de tudo com ele: derrubavam-no do sofá, faziam chuquinha no seu cabelo, passavam esmalte e maquiagem enquanto ele dormia... E o vovô achava tudo muito engraçado e era a alegria da criançada!

Ele estava sempre brincando de algum jogo com os seus netinhos. Jogavam dama, dominó e faziam campeonato de paciência com o baralho. E cada vez o vovô deixava que um deles ganhasse, para que todos ficassem felizes e quisessem jogar mais com ele.  

Sábado à tarde era o dia de pipoca na casa do Vovô Legal. Toda semana ele reunia seus netos para assistir futebol e comer pipoca. Fazia pipoca doce, pipoca salgada e pipoca com queijo. Quando ele trazia aquela bacia cheia de pipoca, era uma festa e todos os netinhos se juntavam perto do vovô!

O vovô também estava sempre contando piadas para os seus netos, e eles morriam de rir com todas que o vovô contava. E cada vez que aprendiam uma piada nova, também queriam contá-la para o vovô. Mas o mais difícil era contar uma piada que ele ainda não conhecia... Ele sabia todas, mas às vezes fingia que não sabia só para deixar os seus netos felizes. E ele ria, ria muito das piadas que os seus netos contavam, mesmo que não achasse graça. 

Hoje, todos os seus netinhos já estão grandes. Eles já não derrubam o vovô do sofá e ele não deixa mais seus netinhos ganharem no jogo de propósito. Mas mesmo assim, eles ainda continuam visitando o vovô legal todo sábado para assistir futebol e comer pipoca.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Maricota e seu coração iluminado

Maricota era uma garotinha esperta e encantadora que adorava brincar com os seus amigos. Brincava de esconde-esconde, amarelinha e passa anel. Também gostava de pular corda e de andar de bicicleta. Era muito querida por todos e sempre tinha alguém para brincar!

Ela gostava tanto dos seus amigos que, toda vez que os encontrava, seu coração se iluminava, e todos podiam ver aquela luz brilhando dentro do seu peito. Seus amigos já estavam acostumados e queriam ter uma luz igual à dela. 

Além dos seus amigos, as únicas pessoas que conheciam o segredo de Maricota eram seus pais e suas três irmãs. Com eles, seu coração estava sempre iluminado desde o dia em que ela nasceu.

Mas conforme Maricota foi crescendo, ela começou a sentir vergonha do seu coração, pois não conseguia mais disfarçar aquela luzinha brilhando. Na escola, ele acendia sempre que via o Bruno, de quem ela gostava mais que como amigo. E toda vez que seu coração acendia, seu rosto também ficava vermelho...

Até que ela aprendeu que não era preciso disfarçar que gostava de uma pessoa. Todos ficavam muito felizes quando o coração da Maricota se iluminava pra eles. 

E a partir daí, seu coração começou a acender também para os cachorrinhos, gatinhos e outros bichinhos fofinhos que ela via. Depois, também começou a acender quando via uma flor ou ouvia o barulho do mar. Era só Maricota ficar muito feliz que o seu coração se iluminava!

Hoje, Maricota já está grande, e aprendeu que quanto mais ela sente carinho pelas pessoas, pelos animais e pela natureza, mais ela se sente feliz. E quando ela passou a assumir esse amor que sente, seu coração parou de iluminar para as outras pessoas e só ela consegue senti-lo dentro do peito.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Alejandro, o grande

Alejandro era um menino de quatro anos que pensava que era grande. Ele estava sempre brincando com seu irmão Lucas e com os seus primos, e era o mais novo de todos. Mas para ele, todos tinham a mesma idade e ele podia fazer tudo o que os outros meninos também faziam.

Por isso, aprendeu a fazer tudo mais cedo: andou de bicicleta junto com o Lucas, aprendeu a nadar e a mergulhar com os seus primos. Até o seu dente caiu na mesma época que o do seu irmão mais velho! 

Alejandro não tinha medo de nada que as outras crianças da sua idade tinham. Era confiante, simpático e extrovertido! E o Lucas adorava tudo isso, pois sempre tinha com quem brincar. Eles eram muito companheiros e sempre faziam tudo juntos: compartilhavam todos os brinquedos, gostavam dos mesmos passeios e usavam sempre roupas iguais.

Até que o Alejandro começou a ir para a escola e teve que aprender que não poderia ficar na mesma classe do Lucas. E assim ele fez novos amigos e aprendeu a fazer coisas da sua idade. E percebeu que isso era uma coisa boa, pois hoje eles brincam todos juntos: Lucas, Alejandro e todos os seus amigos.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Lucas e o Tubarão

Era uma vez, um menino chamado Lucas que adorava nadar. Ele estava sempre nadando na piscina da sua casa com seus pais, seu irmão e seus amigos, mas sonhava em um dia poder nadar no mar.

Lucas aprendeu a fazer várias brincadeiras dentro da piscina: procurava objetos embaixo da água, sabia dar cambalhota e apostar corrida nadando com os seus amigos. Também adorava mergulhar e andar de cavalinho com o seu pai dentro da piscina.

Além disso, Lucas também adorava todos os bichos do mar. No seu aniversário, sempre ganhava várias roupas, toalhas e brinquedos com desenhos de tubarões, estrelas do mar, peixes ou polvos.

Até que um dia sua mãe veio lhe contar que ele iria conhecer o mar! Lucas sonhava em pular as ondinhas e em ver peixinhos nadando no mar. Mas ao mesmo tempo, queria ver um tubarão de verdade.

Sua mãe lhe explicou que os tubarões nadam no fundo do mar e não na praia, mas mesmo assim ele ficou esperando que aquele dia chegasse logo para ele encontrar o seu tubarão. E quando ele chegou na praia, se divertiu tanto fazendo castelinhos na areia, correndo atrás dos siris e procurando conchinhas que nem lembrou do seu amigo tubarão.

Mas sua mãe não havia esquecido do sonho do Lucas de ver um tubarão de verdade. E depois que eles voltaram da praia, ela o levou no Museu do Tubarão, onde ele pôde aprender mais sobre cada tipo de tubarão, ver os ossos de cada um deles e também ver um tubarão de verdade dentro do aquário.

E foi assim que o Lucas realizou o seu sonho de ver um tubarão e até hoje adora todos os bichos do mar!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A bonequinha sapeca

Era uma vez, uma linda menina chamada Cecília, que tinha uma boneca muito sapeca. Cecília tinha muito carinho pela sua boneca e a tratava como se fosse sua filha.

A boneca tinha duas maria-chiquinhas, a boca bem rosada e os olhos azuis. Cecília dava banho, fazia comida e costurava vestidinhos para sua boneca sapeca.

Em um fim-de-semana, Cecília foi fazer uma visita para a sua avó e disse: Boneca Sapeca, hoje vou na casa da vovó. Não saia de casa porque é perigoso!

Cecília já havia saído quando, de repente, a boneca ouviu uns barulhos bem esquisitos do lado de fora. Com muita curiosidade, ela não resistiu à tentação e foi abrir a porta de sua casa. Lá fora, havia um cachorro enorme que, quando viu aquela bonequinha tão linda, pegou-a com os dentes e saiu correndo.

O cachorro já ia levando a boneca para a sua casa, quando tropeçou e ela caiu dentro da sacola de um carteiro que passava por ali.
O carteiro não sabia que a boneca sapeca estava lá dentro da sua sacola, e quando foi entregar uma carta, ela caiu no chão de novo. E o cachorro, que só queria brincar com a boneca, pegou-a de novo com os dentes levou-a para a sua casinha.

Quanta aventura para a bonequinha sapeca!

Quando Cecília voltou da casa da vovó, não encontrou sua boneca e foi perguntar ao carteiro se ele a tinha visto em algum lugar. O carteiro contou que ela estava na casa do cachorro e os dois foram buscá-la.

Quando chegaram lá, viram o cachorro cantando para a bonequinha sapeca, tentando alegrá-la. Mas mesmo assim, a boneca chorava de saudade da Cecília.

Quando a boneca viu sua dona, correu para os seus braços toda feliz. E ao mesmo tempo, o cachorro começou a chorar e foi saindo devagarinho, triste, triste...

Cecília ficou com tanta pena do cachorro que deixou que ele fosse na sua casa para brincar com a bonequinha, quando quisesse.

O cachorro adorava passear na casa da Cecília porque podia brincar com a boneca sapeca. E a bonequinha adorava as visitas porque também gostava muito de brincar com o cachorro.

domingo, 8 de maio de 2016

Maricota e a sua coleção de livrinhos

Era uma vez uma menininha chamada Maricota, de cachinhos dourados e olhos cor de azeitona.

O brinquedo de que ela mais gostava era a sua escrivaninha amarela. Ela adorava ler, estudar e pintar! Em sua escrivaninha, Maricota desenhava, pintava e fazia suas tarefas todo dia. 

Quando ela tinha seis anos, aprendeu a ler sozinha e a partir daí nunca mais parou.

Seu tio Raul descobriu que Maricota já sabia ler e toda semana lhe enviava vários livrinhos de presente pelo correio. Ela ficava sempre ansiosa esperando o carteiro chegar para ver quais livrinhos tinha ganhado. Às vezes chegava a receber dez livrinhos de uma vez!

E a Maricota cada dia mais adorava ler, e lia todos os livrinhos que ganhava do tio Raul.

Logo, seus livrinhos não cabiam mais na sua escrivaninha amarela e passaram para uma prateleira. Depois, também não cabiam mais na prateleira e foram parar no guarda-roupas. E de repente, sua coleção já ocupava um guarda-roupas inteiro!

Até que a Maricota cresceu e já não queria mais ler os seus livrinhos infantis. Agora, ela queria livros novos de aventura, histórias de amor ou de mistério. Sua coleção de livrinhos foi parar em uma biblioteca e com isso muitas outras crianças puderam ler os livrinhos da Maricota.


E até hoje Maricota adora ler e os seus livrinhos continuam divertindo muitas crianças!

sábado, 7 de maio de 2016

Vítor e os cachorrinhos

Era uma vez um menininho lindo e carinhoso chamado Vítor. Ele estava sempre perto do papai, da mamãe e dos seus priminhos. Adorava brincar com eles, mas mesmo quando estava brincando, nunca esquecia de passar de vez em quando para dar um beijo na sua mãe. E na sua tia. E na sua prima.

O Vítor era muito companheiro e sempre fazia carinho em todas as pessoas de quem gostava. E também adorava fazer carinho na cachorrinha dos seus primos, que se chamava Pituca.

A Pituca era pequenininha, com pelo marrom e olhos brilhantes. Cabia direitinho deitada no seu colo. Quando ele ia passear na casa dos primos, ficava o tempo todo com ela. Sua mãe ficava procurando o Vítor, e lá estava ele no quintal brincando com a Pituca!

Ele conversava, brincava e pegava a Pituca no colo. E ela, que também adorava um carinho, ficava o tempo todo andando atrás do Vítor. E quando ele ia embora da casa dos primos, ficava triste com saudade da Pituca.

Um dia, a mãe do Vítor percebeu que ele gostava tanto de cachorro e resolveu dar um de presente para ele também. E logo chegou a Teca, uma vira-latas de orelhas compridas e cor de caramelo que também adorava um carinho.

E a partir desse dia, quando ele estava na sua casa, brincava com a Teca, e quando ia para a casa dos seus primos, brincava com a Pituca.