Era uma vez uma vovó muito moderna que... não tinha cara de vovó! Enquanto os seus netinhos a imaginavam sentada em uma cadeira de balanço, de coque e fazendo tricô, lá estava ela passeando pelas ruas da cidade.
A vovó nunca estava em casa e tinha muitos amigos. Sua casa estava sempre cheia de gente que a visitava todos os dias. A vovó era muito querida por todos.
E ninguém conseguia acompanhar a vovó na caminhada, de tão rápido que ela andava! Todos os dias ela caminhava, nadava e andava de bicicleta. E ainda fazia aula de sapateado, teclado e italiano!
Realmente essa vovó era muito moderna. Usava calça de strecht, e sapato de salto. E também estava sempre cheirosa e cada dia com um brinco mais lindo que o outro. Quem disse que vovó tem que sempre estar de coque, óculos e túnica?
Mas tinha uma característica de todas as vovós que a vovó moderna também tinha: o amor pelos seus netinhos. A vovó adorava ter seus netinhos por perto, e cuidava deles com o maior carinho! Sempre achava que eles estavam com fome e fazia comidas deliciosas para eles.
O que ela mais gostava era quando todos passavam as férias juntos na casa dela e faziam a maior bagunca. E quando eles iam embora... ahhhh... ficava aquele vazio e a casa ficava estranhamente arrumada de novo.
E assim a vovó passava seus dias ocupada com as suas atividades e esperando ansiosamente pelas próximas férias, quando seus netinhos viriam visitá-la de novo!
domingo, 7 de agosto de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
O Vovô Legal
Era uma vez um vovô muito legal que tinha uma netinha e
cinco netinhos. Ele adorava brincar com todas as crianças e deixava que elas
fizessem de tudo com ele: derrubavam-no do sofá, faziam chuquinha no seu cabelo,
passavam esmalte e maquiagem enquanto ele dormia... E o vovô achava tudo muito engraçado
e era a alegria da criançada!
Ele estava sempre brincando de algum jogo com os seus
netinhos. Jogavam dama, dominó e faziam campeonato de paciência com o baralho.
E cada vez o vovô deixava que um deles ganhasse, para que todos ficassem
felizes e quisessem jogar mais com ele.
Sábado à tarde era o dia de pipoca na casa do Vovô Legal. Toda
semana ele reunia seus netos para assistir futebol e comer pipoca. Fazia pipoca
doce, pipoca salgada e pipoca com queijo. Quando ele trazia aquela bacia cheia de
pipoca, era uma festa e todos os netinhos se juntavam perto do vovô!
O vovô também estava sempre contando piadas para os seus
netos, e eles morriam de rir com todas que o vovô contava. E cada vez que
aprendiam uma piada nova, também queriam contá-la para o vovô. Mas o mais difícil
era contar uma piada que ele ainda não conhecia... Ele sabia todas, mas às
vezes fingia que não sabia só para deixar os seus netos felizes. E ele ria, ria
muito das piadas que os seus netos contavam, mesmo que não achasse graça.
Hoje, todos os seus netinhos já estão grandes. Eles já não
derrubam o vovô do sofá e ele não deixa mais seus netinhos ganharem no jogo de
propósito. Mas mesmo assim, eles ainda continuam visitando o vovô legal todo
sábado para assistir futebol e comer pipoca.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Maricota e seu coração iluminado
Maricota era uma garotinha esperta e encantadora que adorava brincar com os seus amigos. Brincava de esconde-esconde, amarelinha e passa anel. Também gostava de pular corda e de andar de bicicleta. Era muito querida por todos e sempre tinha alguém para brincar!
Ela gostava tanto dos seus amigos que, toda vez que os encontrava, seu coração se iluminava, e todos podiam ver aquela luz brilhando dentro do seu peito. Seus amigos já estavam acostumados e queriam ter uma luz igual à dela.
Além dos seus amigos, as únicas pessoas que conheciam o segredo de Maricota eram seus pais e suas três irmãs. Com eles, seu coração estava sempre iluminado desde o dia em que ela nasceu.
Mas conforme Maricota foi crescendo, ela começou a sentir vergonha do seu coração, pois não conseguia mais disfarçar aquela luzinha brilhando. Na escola, ele acendia sempre que via o Bruno, de quem ela gostava mais que como amigo. E toda vez que seu coração acendia, seu rosto também ficava vermelho...
Até que ela aprendeu que não era preciso disfarçar que gostava de uma pessoa. Todos ficavam muito felizes quando o coração da Maricota se iluminava pra eles.
E a partir daí, seu coração começou a acender também para os cachorrinhos, gatinhos e outros bichinhos fofinhos que ela via. Depois, também começou a acender quando via uma flor ou ouvia o barulho do mar. Era só Maricota ficar muito feliz que o seu coração se iluminava!
Hoje, Maricota já está grande, e aprendeu que quanto mais ela sente carinho pelas pessoas, pelos animais e pela natureza, mais ela se sente feliz. E quando ela passou a assumir esse amor que sente, seu coração parou de iluminar para as outras pessoas e só ela consegue senti-lo dentro do peito.
Ela gostava tanto dos seus amigos que, toda vez que os encontrava, seu coração se iluminava, e todos podiam ver aquela luz brilhando dentro do seu peito. Seus amigos já estavam acostumados e queriam ter uma luz igual à dela.
Além dos seus amigos, as únicas pessoas que conheciam o segredo de Maricota eram seus pais e suas três irmãs. Com eles, seu coração estava sempre iluminado desde o dia em que ela nasceu.
Mas conforme Maricota foi crescendo, ela começou a sentir vergonha do seu coração, pois não conseguia mais disfarçar aquela luzinha brilhando. Na escola, ele acendia sempre que via o Bruno, de quem ela gostava mais que como amigo. E toda vez que seu coração acendia, seu rosto também ficava vermelho...
Até que ela aprendeu que não era preciso disfarçar que gostava de uma pessoa. Todos ficavam muito felizes quando o coração da Maricota se iluminava pra eles.
E a partir daí, seu coração começou a acender também para os cachorrinhos, gatinhos e outros bichinhos fofinhos que ela via. Depois, também começou a acender quando via uma flor ou ouvia o barulho do mar. Era só Maricota ficar muito feliz que o seu coração se iluminava!
Hoje, Maricota já está grande, e aprendeu que quanto mais ela sente carinho pelas pessoas, pelos animais e pela natureza, mais ela se sente feliz. E quando ela passou a assumir esse amor que sente, seu coração parou de iluminar para as outras pessoas e só ela consegue senti-lo dentro do peito.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Alejandro, o grande
Alejandro era um menino de quatro anos que pensava que era grande. Ele estava sempre brincando com seu irmão Lucas e com os seus primos, e era o mais novo de todos. Mas para ele, todos tinham a mesma idade e ele podia fazer tudo o que os outros meninos também faziam.
Por isso, aprendeu a fazer tudo mais cedo: andou de bicicleta junto com o Lucas, aprendeu a nadar e a mergulhar com os seus primos. Até o seu dente caiu na mesma época que o do seu irmão mais velho!
Alejandro não tinha medo de nada que as outras crianças da sua idade tinham. Era confiante, simpático e extrovertido! E o Lucas adorava tudo isso, pois sempre tinha com quem brincar. Eles eram muito companheiros e sempre faziam tudo juntos: compartilhavam todos os brinquedos, gostavam dos mesmos passeios e usavam sempre roupas iguais.
Até que o Alejandro começou a ir para a escola e teve que aprender que não poderia ficar na mesma classe do Lucas. E assim ele fez novos amigos e aprendeu a fazer coisas da sua idade. E percebeu que isso era uma coisa boa, pois hoje eles brincam todos juntos: Lucas, Alejandro e todos os seus amigos.
Por isso, aprendeu a fazer tudo mais cedo: andou de bicicleta junto com o Lucas, aprendeu a nadar e a mergulhar com os seus primos. Até o seu dente caiu na mesma época que o do seu irmão mais velho!
Alejandro não tinha medo de nada que as outras crianças da sua idade tinham. Era confiante, simpático e extrovertido! E o Lucas adorava tudo isso, pois sempre tinha com quem brincar. Eles eram muito companheiros e sempre faziam tudo juntos: compartilhavam todos os brinquedos, gostavam dos mesmos passeios e usavam sempre roupas iguais.
Até que o Alejandro começou a ir para a escola e teve que aprender que não poderia ficar na mesma classe do Lucas. E assim ele fez novos amigos e aprendeu a fazer coisas da sua idade. E percebeu que isso era uma coisa boa, pois hoje eles brincam todos juntos: Lucas, Alejandro e todos os seus amigos.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Lucas e o Tubarão
Era uma vez, um menino chamado Lucas que adorava nadar. Ele estava sempre nadando na piscina da sua casa com seus pais, seu irmão e seus amigos, mas sonhava em um dia poder nadar no mar.
Lucas aprendeu a fazer várias brincadeiras dentro da piscina: procurava objetos embaixo da água, sabia dar cambalhota e apostar corrida nadando com os seus amigos. Também adorava mergulhar e andar de cavalinho com o seu pai dentro da piscina.
Além disso, Lucas também adorava todos os bichos do mar. No seu aniversário, sempre ganhava várias roupas, toalhas e brinquedos com desenhos de tubarões, estrelas do mar, peixes ou polvos.
Até que um dia sua mãe veio lhe contar que ele iria conhecer o mar! Lucas sonhava em pular as ondinhas e em ver peixinhos nadando no mar. Mas ao mesmo tempo, queria ver um tubarão de verdade.
Sua mãe lhe explicou que os tubarões nadam no fundo do mar e não na praia, mas mesmo assim ele ficou esperando que aquele dia chegasse logo para ele encontrar o seu tubarão. E quando ele chegou na praia, se divertiu tanto fazendo castelinhos na areia, correndo atrás dos siris e procurando conchinhas que nem lembrou do seu amigo tubarão.
Mas sua mãe não havia esquecido do sonho do Lucas de ver um tubarão de verdade. E depois que eles voltaram da praia, ela o levou no Museu do Tubarão, onde ele pôde aprender mais sobre cada tipo de tubarão, ver os ossos de cada um deles e também ver um tubarão de verdade dentro do aquário.
E foi assim que o Lucas realizou o seu sonho de ver um tubarão e até hoje adora todos os bichos do mar!
Lucas aprendeu a fazer várias brincadeiras dentro da piscina: procurava objetos embaixo da água, sabia dar cambalhota e apostar corrida nadando com os seus amigos. Também adorava mergulhar e andar de cavalinho com o seu pai dentro da piscina.
Além disso, Lucas também adorava todos os bichos do mar. No seu aniversário, sempre ganhava várias roupas, toalhas e brinquedos com desenhos de tubarões, estrelas do mar, peixes ou polvos.
Até que um dia sua mãe veio lhe contar que ele iria conhecer o mar! Lucas sonhava em pular as ondinhas e em ver peixinhos nadando no mar. Mas ao mesmo tempo, queria ver um tubarão de verdade.
Sua mãe lhe explicou que os tubarões nadam no fundo do mar e não na praia, mas mesmo assim ele ficou esperando que aquele dia chegasse logo para ele encontrar o seu tubarão. E quando ele chegou na praia, se divertiu tanto fazendo castelinhos na areia, correndo atrás dos siris e procurando conchinhas que nem lembrou do seu amigo tubarão.
Mas sua mãe não havia esquecido do sonho do Lucas de ver um tubarão de verdade. E depois que eles voltaram da praia, ela o levou no Museu do Tubarão, onde ele pôde aprender mais sobre cada tipo de tubarão, ver os ossos de cada um deles e também ver um tubarão de verdade dentro do aquário.
E foi assim que o Lucas realizou o seu sonho de ver um tubarão e até hoje adora todos os bichos do mar!
segunda-feira, 9 de maio de 2016
A bonequinha sapeca
Era uma vez, uma linda menina chamada Cecília, que tinha uma boneca muito sapeca. Cecília tinha muito carinho pela sua boneca e a tratava como se fosse sua filha.
A boneca tinha duas maria-chiquinhas, a boca bem rosada e os olhos azuis. Cecília dava banho, fazia comida e costurava vestidinhos para sua boneca sapeca.
Em um fim-de-semana, Cecília foi fazer uma visita para a sua avó e disse: Boneca Sapeca, hoje vou na casa da vovó. Não saia de casa porque é perigoso!
Cecília já havia saído quando, de repente, a boneca ouviu uns barulhos bem esquisitos do lado de fora. Com muita curiosidade, ela não resistiu à tentação e foi abrir a porta de sua casa. Lá fora, havia um cachorro enorme que, quando viu aquela bonequinha tão linda, pegou-a com os dentes e saiu correndo.
O cachorro já ia levando a boneca para a sua casa, quando tropeçou e ela caiu dentro da sacola de um carteiro que passava por ali.
O carteiro não sabia que a boneca sapeca estava lá dentro da sua sacola, e quando foi entregar uma carta, ela caiu no chão de novo. E o cachorro, que só queria brincar com a boneca, pegou-a de novo com os dentes levou-a para a sua casinha.
Quanta aventura para a bonequinha sapeca!
Quando Cecília voltou da casa da vovó, não encontrou sua boneca e foi perguntar ao carteiro se ele a tinha visto em algum lugar. O carteiro contou que ela estava na casa do cachorro e os dois foram buscá-la.
Quando chegaram lá, viram o cachorro cantando para a bonequinha sapeca, tentando alegrá-la. Mas mesmo assim, a boneca chorava de saudade da Cecília.
Quando a boneca viu sua dona, correu para os seus braços toda feliz. E ao mesmo tempo, o cachorro começou a chorar e foi saindo devagarinho, triste, triste...
Cecília ficou com tanta pena do cachorro que deixou que ele fosse na sua casa para brincar com a bonequinha, quando quisesse.
O cachorro adorava passear na casa da Cecília porque podia brincar com a boneca sapeca. E a bonequinha adorava as visitas porque também gostava muito de brincar com o cachorro.
A boneca tinha duas maria-chiquinhas, a boca bem rosada e os olhos azuis. Cecília dava banho, fazia comida e costurava vestidinhos para sua boneca sapeca.
Em um fim-de-semana, Cecília foi fazer uma visita para a sua avó e disse: Boneca Sapeca, hoje vou na casa da vovó. Não saia de casa porque é perigoso!
Cecília já havia saído quando, de repente, a boneca ouviu uns barulhos bem esquisitos do lado de fora. Com muita curiosidade, ela não resistiu à tentação e foi abrir a porta de sua casa. Lá fora, havia um cachorro enorme que, quando viu aquela bonequinha tão linda, pegou-a com os dentes e saiu correndo.
O cachorro já ia levando a boneca para a sua casa, quando tropeçou e ela caiu dentro da sacola de um carteiro que passava por ali.
O carteiro não sabia que a boneca sapeca estava lá dentro da sua sacola, e quando foi entregar uma carta, ela caiu no chão de novo. E o cachorro, que só queria brincar com a boneca, pegou-a de novo com os dentes levou-a para a sua casinha.
Quanta aventura para a bonequinha sapeca!
Quando Cecília voltou da casa da vovó, não encontrou sua boneca e foi perguntar ao carteiro se ele a tinha visto em algum lugar. O carteiro contou que ela estava na casa do cachorro e os dois foram buscá-la.
Quando chegaram lá, viram o cachorro cantando para a bonequinha sapeca, tentando alegrá-la. Mas mesmo assim, a boneca chorava de saudade da Cecília.
Quando a boneca viu sua dona, correu para os seus braços toda feliz. E ao mesmo tempo, o cachorro começou a chorar e foi saindo devagarinho, triste, triste...
Cecília ficou com tanta pena do cachorro que deixou que ele fosse na sua casa para brincar com a bonequinha, quando quisesse.
O cachorro adorava passear na casa da Cecília porque podia brincar com a boneca sapeca. E a bonequinha adorava as visitas porque também gostava muito de brincar com o cachorro.
domingo, 8 de maio de 2016
Maricota e a sua coleção de livrinhos
Era uma vez uma menininha chamada Maricota, de cachinhos
dourados e olhos cor de azeitona.
O brinquedo de que ela mais gostava era a sua escrivaninha
amarela. Ela adorava ler, estudar e pintar! Em sua escrivaninha, Maricota desenhava, pintava e fazia
suas tarefas todo dia.
Quando ela tinha seis anos, aprendeu a ler sozinha e a
partir daí nunca mais parou.
Seu tio Raul descobriu que Maricota já sabia ler e toda
semana lhe enviava vários livrinhos de presente pelo correio. Ela ficava sempre
ansiosa esperando o carteiro chegar para ver quais livrinhos tinha ganhado. Às
vezes chegava a receber dez livrinhos de uma vez!
E a Maricota cada dia mais adorava ler, e lia todos os
livrinhos que ganhava do tio Raul.
Logo, seus livrinhos não cabiam mais na sua escrivaninha
amarela e passaram para uma prateleira. Depois, também não cabiam mais na
prateleira e foram parar no guarda-roupas. E de repente, sua coleção já ocupava
um guarda-roupas inteiro!
Até que a Maricota cresceu e já não queria mais ler os seus
livrinhos infantis. Agora, ela queria livros novos de aventura, histórias de amor ou de
mistério. Sua coleção de livrinhos foi parar em uma biblioteca e com
isso muitas outras crianças puderam ler os livrinhos da Maricota.
E até hoje Maricota adora ler e os seus livrinhos continuam
divertindo muitas crianças!
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