quinta-feira, 12 de maio de 2016

Maricota e seu coração iluminado

Maricota era uma garotinha esperta e encantadora que adorava brincar com os seus amigos. Brincava de esconde-esconde, amarelinha e passa anel. Também gostava de pular corda e de andar de bicicleta. Era muito querida por todos e sempre tinha alguém para brincar!

Ela gostava tanto dos seus amigos que, toda vez que os encontrava, seu coração se iluminava, e todos podiam ver aquela luz brilhando dentro do seu peito. Seus amigos já estavam acostumados e queriam ter uma luz igual à dela. 

Além dos seus amigos, as únicas pessoas que conheciam o segredo de Maricota eram seus pais e suas três irmãs. Com eles, seu coração estava sempre iluminado desde o dia em que ela nasceu.

Mas conforme Maricota foi crescendo, ela começou a sentir vergonha do seu coração, pois não conseguia mais disfarçar aquela luzinha brilhando. Na escola, ele acendia sempre que via o Bruno, de quem ela gostava mais que como amigo. E toda vez que seu coração acendia, seu rosto também ficava vermelho...

Até que ela aprendeu que não era preciso disfarçar que gostava de uma pessoa. Todos ficavam muito felizes quando o coração da Maricota se iluminava pra eles. 

E a partir daí, seu coração começou a acender também para os cachorrinhos, gatinhos e outros bichinhos fofinhos que ela via. Depois, também começou a acender quando via uma flor ou ouvia o barulho do mar. Era só Maricota ficar muito feliz que o seu coração se iluminava!

Hoje, Maricota já está grande, e aprendeu que quanto mais ela sente carinho pelas pessoas, pelos animais e pela natureza, mais ela se sente feliz. E quando ela passou a assumir esse amor que sente, seu coração parou de iluminar para as outras pessoas e só ela consegue senti-lo dentro do peito.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Alejandro, o grande

Alejandro era um menino de quatro anos que pensava que era grande. Ele estava sempre brincando com seu irmão Lucas e com os seus primos, e era o mais novo de todos. Mas para ele, todos tinham a mesma idade e ele podia fazer tudo o que os outros meninos também faziam.

Por isso, aprendeu a fazer tudo mais cedo: andou de bicicleta junto com o Lucas, aprendeu a nadar e a mergulhar com os seus primos. Até o seu dente caiu na mesma época que o do seu irmão mais velho! 

Alejandro não tinha medo de nada que as outras crianças da sua idade tinham. Era confiante, simpático e extrovertido! E o Lucas adorava tudo isso, pois sempre tinha com quem brincar. Eles eram muito companheiros e sempre faziam tudo juntos: compartilhavam todos os brinquedos, gostavam dos mesmos passeios e usavam sempre roupas iguais.

Até que o Alejandro começou a ir para a escola e teve que aprender que não poderia ficar na mesma classe do Lucas. E assim ele fez novos amigos e aprendeu a fazer coisas da sua idade. E percebeu que isso era uma coisa boa, pois hoje eles brincam todos juntos: Lucas, Alejandro e todos os seus amigos.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Lucas e o Tubarão

Era uma vez, um menino chamado Lucas que adorava nadar. Ele estava sempre nadando na piscina da sua casa com seus pais, seu irmão e seus amigos, mas sonhava em um dia poder nadar no mar.

Lucas aprendeu a fazer várias brincadeiras dentro da piscina: procurava objetos embaixo da água, sabia dar cambalhota e apostar corrida nadando com os seus amigos. Também adorava mergulhar e andar de cavalinho com o seu pai dentro da piscina.

Além disso, Lucas também adorava todos os bichos do mar. No seu aniversário, sempre ganhava várias roupas, toalhas e brinquedos com desenhos de tubarões, estrelas do mar, peixes ou polvos.

Até que um dia sua mãe veio lhe contar que ele iria conhecer o mar! Lucas sonhava em pular as ondinhas e em ver peixinhos nadando no mar. Mas ao mesmo tempo, queria ver um tubarão de verdade.

Sua mãe lhe explicou que os tubarões nadam no fundo do mar e não na praia, mas mesmo assim ele ficou esperando que aquele dia chegasse logo para ele encontrar o seu tubarão. E quando ele chegou na praia, se divertiu tanto fazendo castelinhos na areia, correndo atrás dos siris e procurando conchinhas que nem lembrou do seu amigo tubarão.

Mas sua mãe não havia esquecido do sonho do Lucas de ver um tubarão de verdade. E depois que eles voltaram da praia, ela o levou no Museu do Tubarão, onde ele pôde aprender mais sobre cada tipo de tubarão, ver os ossos de cada um deles e também ver um tubarão de verdade dentro do aquário.

E foi assim que o Lucas realizou o seu sonho de ver um tubarão e até hoje adora todos os bichos do mar!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A bonequinha sapeca

Era uma vez, uma linda menina chamada Cecília, que tinha uma boneca muito sapeca. Cecília tinha muito carinho pela sua boneca e a tratava como se fosse sua filha.

A boneca tinha duas maria-chiquinhas, a boca bem rosada e os olhos azuis. Cecília dava banho, fazia comida e costurava vestidinhos para sua boneca sapeca.

Em um fim-de-semana, Cecília foi fazer uma visita para a sua avó e disse: Boneca Sapeca, hoje vou na casa da vovó. Não saia de casa porque é perigoso!

Cecília já havia saído quando, de repente, a boneca ouviu uns barulhos bem esquisitos do lado de fora. Com muita curiosidade, ela não resistiu à tentação e foi abrir a porta de sua casa. Lá fora, havia um cachorro enorme que, quando viu aquela bonequinha tão linda, pegou-a com os dentes e saiu correndo.

O cachorro já ia levando a boneca para a sua casa, quando tropeçou e ela caiu dentro da sacola de um carteiro que passava por ali.
O carteiro não sabia que a boneca sapeca estava lá dentro da sua sacola, e quando foi entregar uma carta, ela caiu no chão de novo. E o cachorro, que só queria brincar com a boneca, pegou-a de novo com os dentes levou-a para a sua casinha.

Quanta aventura para a bonequinha sapeca!

Quando Cecília voltou da casa da vovó, não encontrou sua boneca e foi perguntar ao carteiro se ele a tinha visto em algum lugar. O carteiro contou que ela estava na casa do cachorro e os dois foram buscá-la.

Quando chegaram lá, viram o cachorro cantando para a bonequinha sapeca, tentando alegrá-la. Mas mesmo assim, a boneca chorava de saudade da Cecília.

Quando a boneca viu sua dona, correu para os seus braços toda feliz. E ao mesmo tempo, o cachorro começou a chorar e foi saindo devagarinho, triste, triste...

Cecília ficou com tanta pena do cachorro que deixou que ele fosse na sua casa para brincar com a bonequinha, quando quisesse.

O cachorro adorava passear na casa da Cecília porque podia brincar com a boneca sapeca. E a bonequinha adorava as visitas porque também gostava muito de brincar com o cachorro.

domingo, 8 de maio de 2016

Maricota e a sua coleção de livrinhos

Era uma vez uma menininha chamada Maricota, de cachinhos dourados e olhos cor de azeitona.

O brinquedo de que ela mais gostava era a sua escrivaninha amarela. Ela adorava ler, estudar e pintar! Em sua escrivaninha, Maricota desenhava, pintava e fazia suas tarefas todo dia. 

Quando ela tinha seis anos, aprendeu a ler sozinha e a partir daí nunca mais parou.

Seu tio Raul descobriu que Maricota já sabia ler e toda semana lhe enviava vários livrinhos de presente pelo correio. Ela ficava sempre ansiosa esperando o carteiro chegar para ver quais livrinhos tinha ganhado. Às vezes chegava a receber dez livrinhos de uma vez!

E a Maricota cada dia mais adorava ler, e lia todos os livrinhos que ganhava do tio Raul.

Logo, seus livrinhos não cabiam mais na sua escrivaninha amarela e passaram para uma prateleira. Depois, também não cabiam mais na prateleira e foram parar no guarda-roupas. E de repente, sua coleção já ocupava um guarda-roupas inteiro!

Até que a Maricota cresceu e já não queria mais ler os seus livrinhos infantis. Agora, ela queria livros novos de aventura, histórias de amor ou de mistério. Sua coleção de livrinhos foi parar em uma biblioteca e com isso muitas outras crianças puderam ler os livrinhos da Maricota.


E até hoje Maricota adora ler e os seus livrinhos continuam divertindo muitas crianças!

sábado, 7 de maio de 2016

Vítor e os cachorrinhos

Era uma vez um menininho lindo e carinhoso chamado Vítor. Ele estava sempre perto do papai, da mamãe e dos seus priminhos. Adorava brincar com eles, mas mesmo quando estava brincando, nunca esquecia de passar de vez em quando para dar um beijo na sua mãe. E na sua tia. E na sua prima.

O Vítor era muito companheiro e sempre fazia carinho em todas as pessoas de quem gostava. E também adorava fazer carinho na cachorrinha dos seus primos, que se chamava Pituca.

A Pituca era pequenininha, com pelo marrom e olhos brilhantes. Cabia direitinho deitada no seu colo. Quando ele ia passear na casa dos primos, ficava o tempo todo com ela. Sua mãe ficava procurando o Vítor, e lá estava ele no quintal brincando com a Pituca!

Ele conversava, brincava e pegava a Pituca no colo. E ela, que também adorava um carinho, ficava o tempo todo andando atrás do Vítor. E quando ele ia embora da casa dos primos, ficava triste com saudade da Pituca.

Um dia, a mãe do Vítor percebeu que ele gostava tanto de cachorro e resolveu dar um de presente para ele também. E logo chegou a Teca, uma vira-latas de orelhas compridas e cor de caramelo que também adorava um carinho.

E a partir desse dia, quando ele estava na sua casa, brincava com a Teca, e quando ia para a casa dos seus primos, brincava com a Pituca.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Murilo, o livrento

Era uma vez um menininho de olhos azuis e boca vermelha chamado Murilo.

Seu cabelo era tão loiro que parecia até branco. O Murilo era muito inteligente e adorava ler. Por isso, sua avó o chamava de livrento.
Lia sentado, deitado e até de ponta-cabeça. Ele gostava de ler na rede, e por isso sua avó o chamava de redento.

Murilo lia histórias sobre anões, duendes e zumbis. Gostava de livros sobre reis, sobre guerras ou sobre bruxos. E também lia livros de super-heróis e de vilões, com planos infalíveis para dominar o mundo.

Sua tia Maricota sempre lhe dava livros de presente, pois sabia que o Murilo gostava de ler.  Uma vez, ele ganhou uma coleção tão pesada que quase nem conseguia carregar. Andava pra cima e pra baixo com aqueles livros e quando viajava também levava todos eles na mochila.

E o Murilo foi crescendo, crescendo, até ficar tão alto que podia alcançar a mão no teto. Já aguentava carregar todos os seus livros na mochila e assim começou a ler livros cada vez mais longos.

Com o mesmo prazer que tinha com a leitura, também começou a escrever. Suas redações só ganhavam nota dez, tanto dos professores quanto da sua tia Maricota, que lia tudo o que ele escrevia.

E foi assim que o Murilo se tornou um escritor e passou a escrever para todos os meninos livrentos como ele!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

João e o Timão

João era um menininho magrinho e de cabelo curtinho, que adorava ver desenhos na televisão.

O desenho de que ele mais gostava era O Rei Leão. João sabia de cor todas as falas e adorava os personagens do desenho! Seu personagem preferido era o Timão, um animalzinho pequenininho e divertido chamado suricato, que adorava curtir a vida.

Timão era o fiel e escudeiro do Pumba, um javali bem grandão e desengonçado. Essa dupla inseparável acompanhava o Rei Leão por todos os lados e enquanto assistia o desenho, João gritava: Timão! Timão!

Mas logo o João foi crescendo e trocou os desenhos pelo futebol. João jogava em todas as posições: atacante, lateral ou goleiro. Assistia a todos os jogos que passavam na TV e tinha uma coleção de camisetas de todos os times que tinha dó de usar...

Até que um dia, ele assistiu a uma partida de futebol em que todos gritavam: Timão, eô! E quando ouviu isso, lembrou do seu amigo Timão e passou a torcer pelo time do Rei Leão.

Não perdia um jogo, só para ouvir a torcida gritar. E quando cresceu, passou a ir no estádio para ver o seu time jogar.

Ele nunca mais viu o filme do Rei Leão, mas continuou vendo os jogos do Timão e nunca mais esqueceu do seu amigo do desenho.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Danilo, o inteligentíssimo!

Danilo nasceu tão pequenininho que dava até para segurá-lo na palma da mão. Mas logo, logo, ele cresceu e ficou alto como o seu pai. Eles eram iguaizinhos, de olhos verdes e cabelo loiro. E além disso, o Danilo era bem magrinho e quando estava feliz saía pulando pela casa que nem canguru.

Ele adorava estudar e passava horas com seus livros. Seu caderno era caprichado, e sua letra, perfeita como de caligrafia. Ele era inteligentíssimo e só tirava notas boas na escola. Suas professoras e amigos o adoravam!

O Danilo também gostava de escrever e escrevia até em inglês. Seus textos eram perfeitos como os de um livro, e suas ideias super criativas. Por isso, ele começou a fazer aula de jornalismo e sonhava em um dia ser escritor.

Um dia, Danilo escreveu um texto sobre o meio ambiente e ganhou um prêmio na escola. Sua redação foi parar no concurso estadual e ele ganhou de novo. Viajou o mundo lendo sua história premiada e mostrando a todas as crianças como era bom ler, escrever e estudar.

E a partir daí o Danilo continuou sempre escrevendo sobre tudo o que pensa e sonha em ser um jornalista famoso quando crescer.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Henrique, o conversador

Henrique era uma criança simpática e engraçadinha, mas que até os três anos ainda não tinha aprendido a falar. Sua mãe não entendia por que ele não queria conversar com ela e mesmo assim lhe explicava tudo o que ele tinha que saber sobre o mundo. E o Henrique entendia tudinho, mas tinha preguiça de falar.

Até que um dia, Henrique falou sua primeira palavra: PA-LI-TO! Ele estava muito bravo porque ninguém entendia para onde ele apontava e decidiu se expressar. E a partir daí, ele nunca mais parou...

Ele conversava com todo o mundo o tempo todo. Narrava todas as histórias que tinha ouvido da sua mãe, do seu pai ou dos seus amigos da escolinha mas que nunca tinha contado pra ninguém. O Henrique falava com pessoas que ele não conhecia, no ônibus, no supermercado ou no parque. Suas histórias eram sempre superinteressantes, parte porque tinha aprendido e outra parte porque inventava.

Tornou-se um menininho inteligente e extrovertido, que sabia falar sobre qualquer assunto com qualquer pessoa: gostava de dinossauros e de outros documentários sobre todos os bichos e desde pequeno dizia que queria ser médico como o seu pai. Uma vez, contou às amigas da sua tia como a vida dos ursos polares era difícil...

Henrique foi crescendo, cada vez aprendendo mais coisas sobre o mundo e sobre os bichos dos documentários. Gostava da natureza e dos esportes, mas à medida que foi crescendo já não falava tanto quanto antes.

E assim o Henrique nunca desistiu do seu sonho de ser médico e de cuidar de outras crianças que gostavam de conversar e contar histórias como ele.



segunda-feira, 2 de maio de 2016

Paula Peralta

Era uma vez uma menininha linda que se chamava Paula. A Paula é minha sobrinha e é tão peralta quanto a tia. 

Assim que ela nasceu, fui até Curitiba, onde ela morava com a minha irmã e meu cunhado, para conhecê-la. Ela era linda e perfeitinha!

Quando cheguei, ela ainda não tinha voltado do hospital e fiquei esperando até que ela chegasse. Lembrei de quando o pai dela ligou lá em casa pra contar que ela tinha nascido. Fiquei tão feliz! Eu tinha apenas oito anos quando ela nasceu e era a única menina na escola que já tinha uma sobrinha.

Agora ela tem um ano e já fala no telefone, canta no microfone e faz bico de porquinho. Fica igualzinho! É um sarro quando ela imita o cuco, cantando como o passarinho do relógio na casa da vovó.

Esses dias ela veio me visitar e fomos passear no Bosque, no Lago e andamos de pedalinho. Tiramos até foto no cavalinho, ficou uma graça. Ela adora ir no escorregador e subir por onde as outras crianças escorregam.

Como ela estava acostumada a morar em apartamento, estranhava o tamanho da casa da vovó e corria por tudo. Queria pegar todos os enfeites, e chegou até a quebrar alguns... O que ela mais gostou foi uma estátua de cachorro, que era muito pesada para ela. Fazia força para erguê-lo e ficava brava porque não conseguia.

Quando eu saía de casa, ela dava tchau e chorava porque queria ir comigo. Mas quando ela foi embora, quem chorou fui eu, porque morro de saudade da minha sobrinha.

E assim termina a história da menina peralta que se chamava Paula.

domingo, 1 de maio de 2016

Tia Maricota e seus seis sobrinhos

Maricota era uma menininha muito sapeca que adorava brincar com outras crianças. Mas suas três irmãs já eram grandes e em casa ela não tinha com quem brincar. Então a Maricota brincava com as suas bonecas e sonhava ganhar uma irmãzinha para brincar.

Até que um dia, quando ela ainda era pequenininha, teve uma surpresa: ao invés de uma irmãzinha, iria ganhar uma sobrinha! Maricota nunca tinha pensado em ter uma sobrinha e contou a novidade para todos os seus amigos da escola e para a sua professora.

Quando sua sobrinha nasceu foi uma festa na família! A Paula era linda e tinha uma bochecha rechonchuda que dava vontade de apertar. E desde que a Paula nasceu, Maricota já era uma tia-coruja.

Maricota adorava brincar com ela! A Paula queria fazer tudo o que a Maricota fazia e colocar a roupa igual à da sua tia. E enquanto a Maricota ainda brincava com a sua sobrinha, recebeu mais uma notícia: a Paula iria ganhar um irmãozinho!

Quando o Henrique nasceu, elas não entenderam muito bem o que um menino fazia naquela família cheia de mulheres... ninguém deixava ele falar, coitado! E a Paula e a Maricota não sabiam como brincar com um menino, até que...

A outra irmã da Maricota avisou que também iria dar um sobrinho pra ela, e logo o Henrique passou a ter a companhia do Danilo. Então, ele começou a brincar com seu priminho também. E a família continuou crescendo até que a Maricota ganhou mais três sobrinhos: o João, o Murilo e o Vítor.

E assim termina a história da Maricota, que queria ganhar uma irmãzinha e de repente ganhou seis sobrinhos para brincar. E aquela família que só tinha meninas passou a ter muitos meninos também!